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Criação ou apropriação cultural – Uma análise frente à polêmica sandália da Prada

Nas últimas semanas, a Prada, renomada grife de luxo italiana, foi envolvida em polêmica a respeito de um de seus novos modelos de calçados, integrante da linha pre fall 2020. Trata-se de uma sandália do tipo flat, com padronagem de couro de bezerro trançado a mão, que, no Brasil, pode ser comprada por R$ 4.400.

Com o lançamento da sandália, que, inclusive, faz parte de uma linha com diversos outros acessórios feitos de couro trançado, brasileiros criticaram a grife em suas redes sociais, pois, supostamente, teria havido a prática de apropriação cultural, alegando que a sandália seria uma releitura daquelas produzidas de forma artesanal no Nordeste do país. Mas, será que, de fato, estamos diante da chamada apropriação cultural?

Essa não é a primeira vez que uma grife de luxo é acusada de tal prática. Em 2017, a Dior foi criticada por lançar um colete bordado inspirado em trajes típicos da Romênia. Já em 2019, a estilista Carolina Herrera foi repreendida por usar elementos da cultura indígena mexicana em sua coleção Resort. A cada edição do evento Semana de Moda (fashion week) o tema ganha evidência.
 
Para conferir este artigo na íntegra, escrito por nossas advogadas Carolina Caetano e Larissa Pietoso, acesse o portal Mundo do Marketing.

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